terça-feira, 26 de setembro de 2017

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

FESTAS EM HONRA DA NOSSA PADROEIRA
NOSSA SENHORA DA AJUDA
Apontamentos para a história do culto Mariano na cidade de Espinho

«O culto Mariano foi aquele que atingiu maior expressão nesta Praia, merecendo a Nossa Senhora da Ajuda honras de Padroeira da povoação piscatória . Desse modo, a única festa que se realiza nesta freguesia dedicada ao culto de Maria remonta à segunda metade do século XIX . A imagem de Nossa Senhora da Ajuda, começou por ser venerada na capela de Nossa Senhora da Guia que havia sido construída em 1808 e demolida em 1883, ano em que foi benzida a primeira capela com a invocação da padroeira. O novo edifício ficava situado “no centro da povoação, ao norte da praça nova, ficando-lhe fronteiro um grande e espaçoso largo e havendo em redor d’ella o espaço necessário e desafogado para ser circuitada por qualquer procissão religiosa [e] que [tinha] a capacidade necessaria e até mais que sufficiente para abrigar dentro aquella população já assás numerosa, pois que muito propriamente podia chamar-se de Egreja do que capella e Egrejas Parochiais [havia] como as de Oleiros, Nogueira e Guetim, mais pequenas” .
A capela possuía um Sacrário, várias imagens de santos, um amplo coro, dois púlpitos, sacristia, uma lâmpada sempre acesa e capelão privativo. A população, para além de prestar culto a Nossa Senhora, era muito devota do Santíssimo Sacramento . Em 1886, a capela “foi elevada à categoria de igreja, passando a matriz quando em 1889, Espinho se constituiu em freguesia” . Em 1910, e devido à destruição pelas invasões do mar da capela que estava ao serviço do culto Mariano, a imagem da Senhora da Ajuda foi definitivamente transferida para a capela de Santa Maria Maior, onde hoje se encontra, e que foi construída em 1877 na rua da Graciosa (8) em frente à linha do caminho-de-ferro .
Os festejos em honra da Padroeira começaram a ser realizados por comissões de pescadores de Espinho. A partir de 1883 receberam o apoio da “Comissão Zeladora do Santíssimo Sacramento da Capela de Nossa Senhora da Ajuda” . Em 1885 foi constituída a Irmandade de Nossa Senhora da Ajuda que ainda tem como primeira finalidade sustentar o culto e veneração da imagem da Virgem Maria, nomeadamente através da celebração anual, no 3.º domingo de Setembro, das festas em honra da Padroeira .
No essencial, tanto a festa religiosa como a profana, não sofreram grandes modificações no decorrer destes anos. A parte religiosa constava de missa a grande instrumental (coro e orquestra), sermão matutino e vespertino, e “majestosa” procissão com vários andores (Senhora da Ajuda, Santa Rita, S. Sebastião, S. Francisco, etc.), muitos anjinhos e devotos. O préstito percorria as principais ruas da Praia, vistosamente iluminadas e embandeiradas, num cenário requintado pelas colgaduras de damasco que se estendiam nas janelas .
A parte profana, que decorria durante todo o fim-de-semana, incluía uma salva de vinte e um tiros a marcar o início dos festejos, fogo-de-artifício e de bonecos, música nos coretos e nas ruas, comidas e bebidas, venda de quinquilharias e artesanato de barro, barracas de tiro ao alvo, corridas de touros, e a tradicional feira das cebolas, no último dia da festa (Segunda-feira) . Predominam os requerimentos enviados à Câmara Municipal a solicitar a respectiva licença para a venda de alimentos (principalmente doces) e bebidas, assim como as barracas de tiro. Os vendedores ambulantes ocupavam sobretudo as ruas situadas a jusante da estação do caminho-de-ferro, em especial o largo de Nossa Senhora da Ajuda, Av. Serpa Pinto (Av. 8) e ruas do Cruzeiro (2), Bandeira Coelho (19) e Bandeira Neiva (23). O Largo e rua da Graciosa (8) era outra zona muito movimentada .
Um dos maiores problemas que se colocava aos organizadores da festa e ao município era a segurança de pessoas e bens. Todos os anos acorriam a Espinho milhares de forasteiros e, por esse motivo, a Companhia do Caminho de Ferro realizava comboios especiais entre Porto e Aveiro a preços reduzidos. Dos comboios saíam “cegos, aleijados, fidalgos e plebeus, tudo [vinha] prestar homenagem a Nossa Senhora d’ Ajuda” . A circulação por ruas e avenidas era bastante complicada, o mesmo acontecendo à entrada dos cafés, hotéis e casas de pasto. Na “estação do caminho-de-ferro, empurrões, apertos e os lugares eram disputados a murro” . Este ambiente buliçoso, propício a carteiristas e passadores de notas falsas, exigia todos os anos um reforço policial por parte do destacamento da polícia civil de Aveiro. Mais tarde, passou a contar com o apoio de agentes da polícia judiciária do Porto .
A Irmandade suportava as despesas da festa que englobavam a cera para os altares e lustres, padres para a missa e procissão, armação da igreja, música para os três dias, pregador, arranjo dos andores, iluminação do arraial, foguetes e fogo de artificio . A despesa com as forças policiais estava a cargo da Câmara Municipal.»
In "Sociabilidades e Marginalidades em Espinho - Práticas Sociais, Culturais e Associativas (1889-1915)".
NOTA: O cliché da fotografia Celeste refere "Capela de Nossa Senhora da Ajuda", quando deveria referir "Capela de Santa Maria Maior".

Armando Bouçon









sábado, 23 de setembro de 2017

PISCINA SOLÁRIO ATLÂNTICO


Com o decreto da regulamentação da lei do jogo de fortuna e azar de 3 de Dezembro de 1927, as sociedades concessionárias dos novos casinos, em consonância com os municípios, foram obrigadas à construção de um conjunto de infra-estruturas de cariz cultural e de lazer. Em Espinho, a reestruturação de velhos espaços e a criação de novos edifícios com a intenção de modernizar e tornar a estância balnear mais apelativa surgiu na década de 30 do século XX e, em especial, com o decorrer da década de 40. O Casino, o Palácio-Hotel, os actuais Paços do Concelho, a Piscina e o Cine-Teatro S. Pedro, exemplificam bem essa época de mudança. O papel desempenhado por várias sociedades de melhoramentos que se foram formando e que tiveram por missão impulsionar o desenvolvimento da terra, também se fez sentir no processo de construção da piscina pública. 
A história da sua edificação começou em 16 de Março de 1938, data em que foi presente à Câmara Municipal um requerimento assinado pelos irmãos António e Alberto Calheiros Lobo e José de Almeida Francez, no qual manifestavam o desejo de instalar no norte de Portugal uma piscina onde se pudessem praticar “todos os desportos de natação, [e] cujo melhor local para a sua instalação seria no terreno que confronta[va] do norte com a rua 13, do sul com a rua 17, do nascente com a rua 4 e do poente com a esplanada à beira-mar.” (Defesa de Espinho, 20 de Março de 1938) Na sequência desse desejo expresso, solicitavam a cedência do terreno inserido no espaço compreendido pelas respectivas ruas, afim de poderem executar o seu plano. Os signatários informaram a autarquia que o projecto da obra incluía “todos os aperfeiçoamentos modernos, muito superiores aos dos estabelecimentos congéneres existentes em Portugal, podendo ombrear com as melhores piscinas estrangeiras, sendo o seu custo de algumas centenas de milhares de escudos.” (Defesa de Espinho, 20 de Março de 1938) O sonho tornou-se realidade quando, em 1940, a Câmara Municipal resolveu abrir concurso para a construção de uma piscina-solário.
A proposta, memória descritiva, orçamento e plantas para a construção e exploração, durante 20 anos, de acordo com o regulamento do concurso, de uma piscina-solário, com campo de ténis e minigolfe, foi apresentada à Câmara Municipal em 13 de Novembro de 1940. A elaboração da respectiva proposta foi da competência da Empresa de Melhoramentos de Espinho – Sociedade Anónima de Responsabilidade Limitada, com sede e escritório na rua 8, número 271. A constituição definitiva da Sociedade de Melhoramentos realizou-se por escritura notarial em 15 de Novembro de 1941. Dessa sociedade faziam parte o médico Agostinho Calheiros Lobo, os industriais Antero Calheiros Lobo, José Alberto Calheiros Lobo, José de Souza Almeida Francês, Lino Marilio do Nascimento, os proprietários António Augusto de Vilar Saraiva e António Cardoso de Freitas, e os comerciantes Belmiro Ribeiro, José Augusto Rezende Júnior, Mário Pinto Bizarro e Mário Victor Marques Guimarães. Os irmãos Agostinho e Antero Calheiros Lobo e José Augusto Rezende Júnior foram autorizados, em nome da sociedade, a outorgar e assinar o contrato de concessão da construção e exploração da piscina-solário. (Defesa de Espinho, 23 de Novembro de 1941)
O projecto foi elaborado pelos arquitectos portuenses Eduardo Martins e Manuel Passos, sendo depois submetido à Comissão de Estética que o aprovou por unanimidade e, também, enviado à Comissão do Domínio Público Marítimo para se pronunciar. O orçamento apresentado importava em 971.587$37. (Defesa de Espinho, 17 de Novembro de 1940) Do projecto inicial constava a construção de um tanque com 50m de comprimento por 20m de largura e um outro tanque, para crianças, de 10m x 9m, trezentas cabines-vestiário, instalações para diversas espécies de banhos, ginásio e bar “dancing” e, ainda, bancadas em cimento com lotação para 1000 pessoas, entre outras zonas de lazer. O projecto acabaria por ser ampliado com mais trinta metros, tendo sido a empreitada geral adjudicada ao construtor civil António Catarino da Fonseca por cerca de dois mil contos. Finalmente, no Verão de 1942, começavam as tão desejadas obras. (Defesa de Espinho, 30 de Agosto de 1942) A construção do campo de ténis e do mini-golfe não foi concretizada, e em sua substituição foi construído um parque infantil, denominado Paraíso das Crianças, que ocupava o quarteirão situado entre a piscina e o ring de patinagem. O parque infantil dispunha de uma pista para bicicletas e triciclos, rampas, balancés, pontes e outros divertimentos. (Defesa de Espinho, 13 de Junho de 1943)
Em 10 de Julho de 1943, e após um ano de intenso trabalho, era inaugurada a Piscina Solário-Atlântico. Com uma área total de 6.200m2, o seu interior compreendia um tanque de 50x22m denominado “Atlântico”, com profundidade de 1,20 a 5m, outro de 20x10m, para crianças, denominado “Espuma do Mar”, com a profundidade de 0,80 cm, balneários diversos e para banhos de imersão, cabines individuais e colectivas, solários e ginásio. O bar e o restaurante conferiam ao recinto o aspecto próprio de uma grande obra. Por cima do solário principal (com capacidade para 600 pessoas) havia lugar para a colocação de bancadas amovíveis. A imagem de marca da piscina estava e continua a estar bem patente nas suas três pranchas de saltos (3, 6 e 10 metros), hoje desactivadas. Existiam ainda dois trampolins que ladeavam as pranchas, “tobogans” e colchões flutuantes, manufacturados com lã e cortiça. As piscinas são alimentadas com água do mar, na época da sua construção, captada em seis poços, água que era filtrada e renovada constantemente, e a sua iluminação profusa transmitia uma excelente visão nocturna. A cerimónia de inauguração contou com a presença dos alunos das classes infantil e juvenil da escola de educação física do S. C. de Espinho, orientados pelo professor Silvério Vaz, e com os nadadores do Sport Algés e Dafundo, Associação Portuense de Natação, Associação Aveirense de Natação e Associação de Natação de Coimbra. Das diversas provas realizadas destacaram-se uma demonstração de Polo Aquático com arbitragem de Bessone Basto e os saltos de prancha fixa e trampolim. O desportista Alberto César Machado ocupava o lugar de director técnico da piscina. Servindo desde a sua abertura como local de aprendizagem de natação para diversas gerações de espinhenses, o espaço, durante alguns anos, continuou, também, a ser utilizado para provas de natação, saltos e pólo aquático. 
O restaurante e bar de apoio, assim como o salão nobre, inaugurado em Julho de 1944, animavam com os seus jantares-concerto, bailes e festas, as noites espinhenses. Actualmente este espaço de lazer, que foi restaurado nos finais da década de 90, continua a ser muito frequentado e é uma das principais referências turísticas da cidade.

Armando Bouçon











ESPINHO - BRASÃO DE ARMAS


O Museu Municipal de Espinho é muitas vezes solicitado com pedidos de informação sobre a génese da constituição do selo, armas e bandeira da cidade de Espinho. Aqui fica o registo dessa explicação!

O estudo para a constituição do selo privativo, armas e bandeira da então Vila de Espinho, resultou de um parecer enviado por Afonso de Dornellas à Secção de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, estudo esse que foi aprovado em sessão de 6 de Abril de 1932.

No seguimento do esboço sobre a origem de Espinho e seu desenvolvimento, ficou concluído que Espinho era uma terra que vivia do mar e para o mar, quer desenvolvendo a indústria da pesca que a acreditava por todo o mundo onde chegavam as suas conservas, quer recebendo alegremente os vilegiaturistas que no período do Estio habitavam a praia e desfrutavam do prazer do seu mar e de um clima fortemente iodado. Assim, estando no mar a razão da sua existência, ficou acordado que devia ser o mar a base para a constituição do selo: o mar é representado heraldicamente por faixas ondeadas de prata e de verde, devendo ser assim o campo das armas.

No que diz respeito à presença dos golfinhos no brasão, a similitude é feita com o leão: enquanto o leão é considerado o rei dos animais, o golfinho ou o delfim é o rei dos peixes. Os poetas, escritores, desenhadores e pintores têm aproveitado o golfinho para simbolizar os peixes e o mar, sendo também aproveitado como emblema da paz, porque só aparece ao cimo da água quando o mar está calmo; como a principal riqueza de Espinho era o peixe, os golfinhos representam simbolicamente essa riqueza.

As armas são representadas por vários elementos: campo ondeado pintado de prata e de verde, com dois golfinhos de ouro realçados de negro e passados e repassados em aspa, tendo as cabeças voltadas para baixo; coroa mural de quatro torres de prata, enquanto Espinho foi vila; coroa mural de cinco torres de prata, quando a vila foi elevada à categoria de cidade; bandeira esquartelada de amarelo e verde; listel branco com letras negras; cordões de borlas de ouro e verde; lança e haste de ouro.

As cores aconselhadas para a representação do mar, prata e verde, são aquelas que as regras da heráldica determinam. Para os golfinhos foi indicado o ouro e o negro, porque o ouro, representando a riqueza, significa fé, constância, fidelidade e poder; o negro, representando a terra, significa firmeza e honestidade. As bandeiras são das cores e dos metais das principais peças de armas. O metal principal é o ouro e a cor principal é o verde, portanto, a bandeira é amarela e verde, e os cordões e as borlas são exactamente dos mesmos esmaltes. Como na composição das armas entra o ouro, a lança e a haste são feitas do mesmo metal. O selo redondo com a representação das mesmas armas era circundado pelos dizeres “Vila de Espinho” e a partir de 16 de Junho de 1973 é circundado pelos dizeres “Cidade de Espinho”.






sexta-feira, 22 de setembro de 2017

                         SERVIÇO EDUCATIVO 





O Serviço Educativo da Divisão de Cultura e Museologia da Câmara Municipal de Espinho propõe a consulta do boletim de atividades em vigor, que se encontra acessível em http://portal.cm-espinho.pt/fotos/editor2/Boletim/boletim_servico_educativo_2017.pdf

A inscrição para as atividades deve ser efetuada através do preenchimento do seguinte formulário https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScqPIf5X0RpXKYC0um0wLqTrqd6Xsm9TGKgQWSUdWOLpnmjSg/viewform

Informações: 

Telefone: 227326258
Facebook: Serviço Educativo / Divisão de Cultura e Museologia da C.M.Espinho
                                                

                       ATIVIDADES


VISITAS GUIADAS ÀS EXPOSIÇÕES PERMANENTES

Visita e acompanhamento às exposições permanentes: 
Fábrica Brandão, Gomes 
Arte Xávega
Bairro Piscatório

Local: Museu Municipal
Horário: Por marcação durante o período letivo
Público-alvo: alunos do 1.º, 2.º, 3.º ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário





VISITAS GUIADAS ÀS EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS

Exposições de artes plásticas, fotografia e documentais

Local: Museu Municipal
Horário: Por marcação durante o período letivo
Público-alvo: alunos do 1.º, 2.º, 3.º ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário




UM DIA NUM MUSEU PERTO DO MAR

Projeto dirigido a todas as escolas e grupos diversificados com atividades intimamente ligadas à história de Espinho, ao espólio do Museu, à praia e ao mar.

Local: Museu Municipal
Horário: Por marcação durante o período letivo
Público-alvo: Escolas e grupos 























GRÃOS DE AREIA - A HISTÓRIA DE ESPINHO EM TEATRO DE SOMBRAS

É na praia que tudo começa, e cada grão de areia conta uma história... a história de Espinho, a história das gentes que trazem o mar nas mãos fortes e salgadas, nos olhos líquidos e profundos, no sangue azul.

Concepção e execução: Teatro e Marionetas de Mandrágora.
Manipulação – Promoção Cultural/ Serviço Educativo

Local: Museu Municipal
Horário: Por marcação durante o período letivo
Público-alvo: Escolas e Grupos



























ExpressAR-TE!

Existem diferentes modos de se visitar e vivenciar uma exposição. Cada experiência é única e individual. Os diálogos que se podem estabelecer entre as obras artísticas e o observador/ fruidor também são múltiplos. Pode chegar a não existir diálogo. Através de diferentes modos de expressão pretende-se mediar possibilidades de comunicação em 59 minutos.

Local: Fórum De Arte e Cultura - FACE | Outros Espaços Culturais do Município
Horário: Por marcação durante o período letivo
Público-alvo: Escolas e Grupos







LATA A LATA | CONTOS NO MUSEU

Atividades de expressão plástica e narração oral, enquadradas no panorama da história local, precedidas de uma visita guiada às exposições permanentes do Museu Municipal. 

LATA A LATA (oficina de expressão plástica) A beleza das latas de conserva Brandão Gomes salta à vista de tão especiais que são. Vamos decorar uma lata com a tua marca pessoal. Reutilizar é essencial, mas a tua imaginação é crucial.

CONTOS NO MUSEU (narração oral) Todos os Museus contam histórias. O Museu Municipal de Espinho irá contar-te a história das gentes que trabalham e vivem do mar.

Local: Museu Municipal de Espinho
Horário: Segundas-feiras (exceto interrupções letivas) Duração | 45 minutos de visita guiada»pausa»90 minutos de atividade
Público-alvo: 1.º e 2.º Ciclo do Ensino Básico (1 turma) Bilhete | 2.50€ 







A HISTÓRIA LOCAL VAI ÀS ESCOLAS 

Sessões pedagógicas que pretendem estimular crianças e jovens a descobrir e explorar a história local.

Local: Escolas do concelho de Espinho
Horário: Por marcação durante o período letivo
Público-alvo: alunos do 1.º, 2.º, 3.º ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário





A HORA DOS MAIORES 

Atividade de convívio e partilha de leituras e saberes. O objetivo é proporcionar uma tarde diferente, acompanhada de boas histórias, conversas, jogos, música, cinema, promovendo a aproximação dos seniores ao Museu Municipal. 

Local: Museu Municipal de Espinho 
Horário: Primeira quinta-feira de cada mês | 15h00-16h30
Público-alvo: Seniores dirigida à população sénior do concelho




HORÁRIO E CONTACTOS

MUSEU MUNICIPAL DE ESPINHO
MUNICIPAL MUSEUM OF ESPINHO 


HORÁRIO TIMETABLE


Segunda a Sexta From Monday to Friday
10h00 - 17h00 10,00 am - 17,00 pm 
Encerra aos Domingo e Feriados Closed on Sunday and Holidays

Sábado Saturday
11.00h-13.30h 14.30h-18.00h 11,00 am-13,30 pm 14,30 pm-18,00 pm

Telefone: 227326258
E-mail: museuespinho1@gmail.com
            museumunicipalespinho@hotmail.com


Serviço Educativo e visitas guiadas para grupos por marcação.

Educational Services and guided tours for groups previously booked.


Preçario:

Bilhete Único - 1,20 €
Visita Guiada - 1,80 €
Visita Guiada mais Actividade Educativa - 2,40 €



Aniversários no Museu (preço por criança) - 5,80 €